@MASTERSTHESIS{ 2024:1558612109, title = {Fatores associados à fragilidade em idosos hospitalizados: uma análise clínica e social}, year = {2024}, url = "http://bdtd.famerp.br/handle/tede/887", abstract = "OBJETIVOS: Analisar a fragilidade e seus fatores associados em pessoas idosas hospitalizadas. MÉTODOS: Estudo exploratório, observacional, transversal, delineamento descritivo, abordagem quantitativa do tipo analítico com correlação entre variáveis, visando quantificar a força e a relação entre elas. Foram aplicados os seguintes instrumentos de pesquisa: Instrumento de Caracterização do Participante; Avaliação Subjetiva de Fragilidade; Tilburg Frailty Indicator; Escala de Independência em Atividades da Vida Diária – Katz; Escala de Atividades Instrumentais de Vida Diária de Lawton. Nas análises comparativas, foi utilizado o teste de Mann-Whitney para verificar a diferença dos escores das escalas entre dois grupos. Para verificar a diferença dos escores das escalas, entre três ou mais grupos, foi utilizado o teste Kruskal-Wallis e análise post hoc. RESULTADOS: Amostra composta por 125 participantes. A mediana de idade foi 70 anos, sendo 72 anos a média de idade. Houve predomínio do sexo masculino (53,6%). A média da quantidade de medicamentos utilizada pelos participantes foi entre quatro e cinco medicamentos. Na avaliação subjetiva da fragilidade, notou-se que 75 pacientes (60%) foram considerados frágeis; 38 pacientes (30,4%) pré-frágeis e 12 pacientes (9,6%) não frágeis . Na escala Tilburg 59 pacientes foram considerados não frágeis (47,2%) e 66 pacientes foram considerados frágeis (58,2%). Na análise da escala Katz, apenas cinco pacientes (4%) são dependentes. Houve correlação significante entre fragilidade e funcionalidade nas análises bivariadas, tanto pela escala de Avaliação Subjetiva de Fragilidade, quanto pela escala Tilburg. A correlação entre Avaliação Subjetiva de Fragilidade e Katz foi positiva e moderada. Por outro lado, a correlação entre Avaliação Subjetiva de Fragilidade e Lawton foi inversa (também moderada). Em relação à variável Diabetes Mellitus e queda houve diferença foi significante. A variável “Descreve Saúde” também (p <0,001). Procedeu-se à análise post hoc, na busca das comparações aos pares por conta da diferença significante para a variável “Descreve Saúde”. Na comparação com dados demográficos e/ou clínicos, observou-se diferença nos escores de Tilburg de acordo com a formação e renda pessoal; e a variável “Descreve Saúde” também apresentou diferença significante. Nos escores de Lawton, observou-se diferença de acordo com as variáveis “Com quem mora”, “Formação” e “Descreve Saúde”. A análise post hoc de Lawton mostrou diferença nos grupos “morar sozinho” ou “morar com os outros”. Quanto à variável “Descreve Saúde”, a diferença entre os grupos foi regular e boa/muito boa/excelente. CONCLUSÃO: A fragilidade física e seus fatores associados em pessoas idosas hospitalizadas são prevalentes e multifatoriais. A conclusão do estudo reforça a necessidade de uma abordagem abrangente pelas equipes de saúde para lidar com a fragilidade, visando prevenir sua progressão ou até mesmo revertê-la. A identificação da fragilidade e o entendimento sobre os seus fatores associados são fundamentais para a implementação de assistência de saúde voltadas para esta população; visando prevenir, retroceder ou evitar a progressão desta síndrome. Isso pode ter um impacto significativo no planejamento de ações de saúde que busquem melhorar a qualidade de vida dos idosos hospitalizados, tornando o estudo relevante tanto para a prática clínica quanto para a formulação de políticas de saúde direcionadas a esta população.", publisher = {Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto}, scholl = {Programa de Pós-Graduação em Enfermagem}, note = {Faculdade 1::Departamento 2} }